As relações que educam

A sociedade atual tem na aprendizagem o seu mote principal.

A dita era do conhecimento acabou modificando, significativamente, o papel do sujeito que aprende e que ensina e, também modificou a forma de todos se relacionarem entre si e com as informações que são geradas a todo o momento.

A complexidade das interações sociais e de suas devidas repercussões torna a capacidade de aprender tão importante quanto a de reconhecer, avaliar e regular a qualidade das relações que se estabelecem nesse contexto.

É fundamental que sejamos conscientes de nós mesmos e de nossos limites e possibilidades para que possamos deflagra aprendizagens.

Nessa perspectiva, aprender está vinculado ao desejo de inserção social, de convívio adequado e de construir convivência pautada em conhecimento, objetivando construir-se como sujeito, e de ser autor e co-autor de sua história pessoal e social.

A reformulação dos papéis formadores da família e da escola, nesse cenário, é conseqüência previsível.

Nessa perspectiva, educar e provocar aprendizagens são tarefas conjuntas da família e da escola; tem uma especificidade e uma intencionalidade que merecem ser revistas por todos que se propõem a ensinar e a educar.

O momento exige educadores amadurecidos para preparar cidadãos instrumentalizados para viverem e conviverem nesse contexto.

Em uma abordagem psicopedagógica, tenho a intenção de disparar uma reflexão sobre a importância de Pais Educadores e de Professores Formadores, em seus diferentes papeis na construção de uma sociedade justa e boa para Todos.

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