Palestras

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Ementas das Palestras Apresentadas por Isabel.

• O QUE A ESCOLA PRECISA APRENDER PARA CONTINUAR SENDO ESCOLA?

 

Em tempos de web, de crise de valores e na econômica, em que as famílias precisam redirecionar suas práticas e objetivos, em que as escolas sofrem forte pressão social para mudarem, na direção de atender demandas pontuais das famílias e do mercado de trabelho, pergunta-se:
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• A APRENDIZAGEM E AS COMPETÊNCIAS SÓCIOEMOCIONAIS

 

A sociedade complexa exige um cidadão que tenha condições de inserir-se e resolver as situações de partilha social de modo, igualmente, complexo. A comunidade educativa já constatou que desenvolver apenas as habilidades cognitivas não garante educação em seu sentido pleno. Aprender não é passar de ano! O desenvolvimento das competências sócio emocionais, além de garantir as aprendizagens, favorece a construção de pessoas melhores instrumentalizadas para bem viver e conviver.
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• A ESCOLA FOCADA NA APRENDIZAGEM: a inteligência sistêmica e o foco externo

 

Baseada na obra de Goleman e Senge pretendo provocar a escola a repensar as diferentes formas de aprendizagem e motivar a comunidade educativa a construir uma escola que produz pensadores sistêmicos que, efetivamente, propiciam oportunidades de Aprender e desenvolver-se, para a plena inserção social. Para tal, proponho repensar:
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• EDUCAR EM TEMPOS DE WEB – Um desafio para a família

 

Os valores atribuídos ao mundo do consumo, dentre outros, modificou alguns encaminhamentos educacionais no seio da família. Mudou o próprio conceito de família. Como mudar para continuar sendo família e desenvolver seu papel formador?
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• A APRENDIZAGEM E O ENSINO EM TEMPOS DE WEB

 

A sociedade complexa, que se pauta no conhecimento (patrimônio resultante das conquistas da humanidade) e na educação (única forma de individualizar, socializar e humanizar uma pessoa), não comporta pensamentos simplistas ou explicações recortadas: “o mundo mudou e os nossos alunos, também!” O que mudou? Como promover aprendizagens diante das inovações científicas e novas tecnologias?

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• Caminhos que levam à superação.

 

Não há como superar obstáculos (ou limites), quer sejam pessoais, subjetivos ou objetivos, sem conhecer e respeitar a si mesmo e ao outro;

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• Limites, respeito e superação.

 

Os Limites e suas fronteiras, o Respeito às diferenças em suas peculiaridades, tornam possível a desejada superação.

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• Gerenciando os conflitos em sala de aula.

 

Sabemos que a maior queixa da família é que seus filhos não obedecem, não tem limites. Essa falta de limites acaba se mostrando na escola, em comportamentos indisciplinados e transgressores.

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• A aprendizagem e suas dificuldades

 

Como educadores, temos de saber Como uma pessoa aprende e quais as dificuldades de ensino e de aprendizagem que podem vir a atrapalhar o sucesso da relação educativa e acabar solapando o fim maior da escola, que é bem ensinar.

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• Aprendendo a Incluir e Incluindo para Aprender

 

Em uma abordagem psicopedagógica, tenho a intenção de disparar uma reflexão e de instrumentalizar os professores sobre a importância de procedimentos inclusivos, comprometidos com a prática de um “olhar” diferenciado e amoroso, com o compromisso de democratizar o espaço escolar e promover desenvolvimento e aprendizagens.

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• Aprendendo sempre! Em casa e na escola.

 

Uma pessoa para aprender, além de um ambiente educativo, necessita de um clima emocional favorável, de educadores competentes para mediar as aprendizagens e de desenvoltura para bem empreender essa jornada.

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• Aprender ou não aprender – Uma questão de estilo.

 

Como uma pessoa aprende? Por que algumas pessoas não aprendem? Essas perguntas devem fazer parte do rol de questionamentos dos professores.

Uma pessoa para aprender, além de um bom ambiente educativo, necessita de um clima emocional favorável, de educadores competentes para mediar as aprendizagens e de desenvoltura para bem empreender essa jornada.

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• As relações que educam.

 

O momento exige educadores amadurecidos para preparar cidadãos instrumentalizados para viverem e conviverem nesse contexto.

Em uma abordagem psicopedagógica, tenho a intenção de disparar uma reflexão sobre a importância de Pais Educadores e de Professores Formadores, em seus diferentes papeis, na construção de uma sociedade justa e boa para Todos.

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• Avaliação e Aprendizagem: entre o pensar e o fazer.

 

O sentido único de avaliar um aluno é viabilizar que ele aprenda. Portanto, o planejamento, a forma como se deflagrará as aulas estão diretamente ligados a forma como o professor entende o ato de ensinar/aprender.

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• As emoções e a aprendizagem.

 

Uma das causas do insucesso escolar são as emoções alteradas, ou a imaturidade emocional do sujeito que aprende ou daquele que objetiva ensinar.

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• Formar para transformar.

 

Convido os professores e educadores a refletirem diante da pergunta: o que é formar? Como se forma um profissional competente? Como poderemos promover uma formação docente que viabilize a integração teoria e prática?

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• Hiperatividade, Insucesso Escolar e Ações psicopedagógicas.

 

Em uma abordagem psicopedagógica, tenho a intenção de disparar uma reflexão sobre a importância de Pais Educadores e de Professores Formadores, em seus diferentes papeis, na diferenciação entre uma criança ou jovem agitado ou com TDAH.
Meu objetivo é a construção do sujeito-aprendiz instrumentalizado para viver e conviver de forma adequada e feliz!

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• A infância, as brincadeiras, os limites e a aprendizagem.

 

Entendendo que os limites são as fronteiras relacionais que duas pessoas constroem entre elas; que a afetividade se constrói a partir da qualidade das relações que as pessoas estabelecem ao longo de suas vidas, e ainda, que nossas crianças entendem e processam a vida e seus fatos através das brincadeiras.

Proponho um olhar reflexivo sobre o tema à luz da psicopedagogia.

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• Um desafio para Pais e Educadores.

 

Temos vivido momentos de reformulação dos papéis formadores da família e da escola. Apesar de a escola ser uma instituição educadora, ela trabalha de forma diferente: ela é parceira da família. Uma instituição não substitui a outra.
é importante repensar a forma de cuidar e de educar os filhos. Os novos tempos trouxeram, também, novas formas de exercer a autoridade e de fazer encaminhamentos educativos.

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• Na escola sem aprender? Isso não!.

 

Refletir sobre a distância entre o que se faz e o que se pensa, ou entre teoria e prática, é de fundamental importância para promover práticas educacionais mais competentes. A boa formação de professores precisa passar por outras reflexões: Como uma pessoa aprende? E se ela não aprende? Que fazer? É por isso que afirmamos: Na escola sem aprender? Isso não!

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• Nossas crianças não podem mais esperar!.

 

Qual o verdadeiro sentido de educar? Como uma pessoa aprende? Para que ela aprende?
A escola tem de bem desenvolver o seu papel educativo para cumprir com seu compromisso social.

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• O Papel do Professor, da Escola e da Família.

 

Projetos que favoreçam a parceria entre a escola e a família dos aprendizes, assim como a compreensão do sentido de educar tornam-se prementes na sociedade contemporânea.
Sob uma abordagem psicopedagógica, tenho a intenção de disparar uma reflexão sobre a importância de Pais Educadores e de Professores Formadores na construção do sujeito-aprendiz.

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• Pais Educadores: É proibido proibir?

 

Em uma abordagem psicopedagógica, tenho a intenção de disparar uma reflexão sobre a importância de Pais Educadores e dos diferentes papeis da família e da escola na construção do sujeito-aprendiz.

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• Pais Educadores: Por que você não me obedece?

 

Formar pessoas pressupõem uma ação que é muito mais do que falar algo para alguém e esse outro, simplesmente, fazer o que foi dito. A formação como ato educativo requer o desenvolvimento das habilidades de ouvir, prestar atenção, trocar experiências e informações e exercer a autoridade que nos cabe como educadores, quer sejamos pais ou professores.

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• Quem tem tempo de educar?

 

Proponho uma reflexão voltada ao entendimento que o grande problema não é a falta de tempo real, mas a falta de clareza e autoridade dos adultos.
Pais e Educadores têm sido ou muito severos, ou muito permissivos, desperdiçando um tempo valioso para a educação e o pleno desenvolvimento das crianças e jovens.

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• Professores Formadores: a relação entre a Família, a Escola e a Aprendizagem.

 

Como psicopedagogia tenho a intenção de disparar reflexões e de promover espaços para ações reflexivas, tanto no âmbito da família, como no da escola, além de denunciar os diferentes papeis da família e da escola na construção do sujeito-aprendiz.

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Livro “A APRENDIZAGEM ENTRE A FAMÍLIA E A ESCOLA.”

Livro 15

Isabel Parolin

Psicopedagoga Clínica. Atende crianças e jovens em seus processos de aprender e as famílias dessas crianças, redimensionando as dinâmicas familiares. Consultora Institucional de Escolas públicas e privadas em vários estados brasileiros, promovendo qualificação dos educadores, quer sejam os professores, orientadores ou os pais dos alunos.

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Isabel Parolin
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